segunda-feira, 2 de julho de 2012


A Importância do BLOG na Escola



Nos tempos atuais é preciso que o professor esteja sempre atualizado... Ligado as novas modernidades, as novas tecnologias. É preciso que ele esteja atento a realidade, aberto as novas descobertas, conhecendo as novas ferramentas que podem ser usadas a seu favor e dos alunos, e o universo virtual é uma nova arma que sabendo o professor usar, faz com que suas aulas tornem-se mais interessantes e atrativas aos olhos dos alunos, além de que faz com que o aluno perceba o prof. como um aliado ; um blogueiro que gosta das mesmas coisas que ele.
É importante o Blog na escola pois prof. e alunos tornam-se mais parceiros, a aprendizagem ocorre de forma mais atrativa , do jeito que todos gostam (pois este é o mundo da juventude-virtual ), divulga o trabalho tanto de prof. , quanto de alunos,ocorre trocas de experiências, e ainda pode ocorrer maior participação dos pais nas atividades dos alunos, pois estes podem acompanhar pela net o resultado do trabalho de seus filhos e da escola onde ele faz parte.
Com a criação do blog ,os alunos se sentirão orgulhosos de verem o resultado de seus trabalhos expostos, e os prof. terão a oportunidade de trocarem experiências , de fazerem com que suas aulas tenham mais aceitação e rendimento , e que a aprendizagem ocorra de forma a ser apreciada por todos.

Plano de Aula


Professora: Maria Celene Duarte
Ano de Escolaridade: EJA (1ª a 4ª séries)
Escola: Municipal Estrela Dalva Fonseca
Disciplina: Português/Artes
Tema: A Tecnologia e as redes sociais
Duração: Durante o 1º Semestre de 2012.






Objetivo Geral:
* Utilizar o computador, como meio de inter- relação social.

Objetivos Específicos:
* Utilizar corretamente o computador;
Conhecendo seus aplicativos. (mouse, CPU, teclado, multimídia e etc. 
* Digitar pequenos textos, utilizando o processador;
* Criar Emails, Blogs
Metodologia

* Visitas semanais à sala de informática para manuseio dos computadores;

* Orientação para a produção de textos no editor “WORD”;

* Criação de emails, slides e Blogs pelos próprios alunos.
Recursos Didáticos

* Laboratório de informática com 16 computadores e folhas xerografadas.

Avaliação

O aluno será avaliado de acordo com seu interesse individual e na demonstração da aquisição das competências desenvolvidas.


Referências Bibliográficas:
- Introdução à Educação Digital, SEGUNDA EDIÇÃO, BRASÍLIA, 2009.

Projeto



Professora: Maria Celene Duarte



Tema:  “Abrindo Fronteiras”

Público Alvo: Alunos da EJA da E. M. Estrela Dalva Fonseca.

Justificativa: O momento atual é de extrema informatização e aberto às mudanças.  E a escola, por ser um espaço de inclusão social não pode ficar indiferente a esse panorama tecnológico, devendo a mesma propiciar aos alunos o que o mundo lá fora demanda – a informação.
Diante disso faz-se necessário o desenvolvimento deste projeto.

Objetivo Geral

Democratizar o acesso aos meios de comunicação moderna, incentivando o desenvolvimento dos processos cognitivos, sociais e afetivos. 

Objetivos Específicos 

- Utilizar-se das novas tecnologias da informação como forma de inclusão social; 
- Dominar competências básicas no uso do o computador;
a utilização do computador como um meio de inter-relações sociais; o investimento em processos de ensino-aprendizagem utilizando instrumentos de novas tecnologias da informação e a possibilidade de manusear novas ferramentas didático-pedagógicas.


- Fazer uso crítico e consciente das tecnologias disponíveis.

Metodologia:

- Explanação oral sobre as tecnologias disponíveis ao ser humano e suas contribuições;
 - Visita semanal à sala de informática para manuseio dos computadores;
- Orientação para a produção de textos no word, criação de emails, slides e blogs, navegação na internet.
- Produção dos próprios emails, slides e blogs  pelos alunos;
- Troca de informações entre os alunos através de blogs e emails.

Recursos didáticos:

- Computadores (completos), data show, material para slide.


Avaliação: A avaliação se baseará no interesse individual e na demonstração da aquisição de algumas competências (produção de slides, blogs, email, navegação na internet).

quarta-feira, 6 de junho de 2012


A VALORIZAÇÃO DO EDUCADOR

Cada indivíduo é o sujeito de sua própria educação, cabendo descobrir seu próprio caminho. Nessa descoberta o educador desempenha um papel essencial. Mas nem sempre e nem todo professor é um educador, pois também precisa encontrar seu caminho.
Atualmente, discute-se muito a necessidade de valorização do educador. Valorizar o professor significa criar condições para que ele exerça plenamente sua função de educador, ou seja, aquela pessoa que auxilia o educando a descobrir a si mesmo.

1. CONDIÇÕES DE TRABALHO

No decorrer deste curso muito se falou a respeito das condições necessárias para a consecução dos objetivos educacionais. Para complementar, retomemos algumas dessas condições: recursos materiais, tempo, interação com os alunos, interação com a comunidade e trabalho de equipe.

1.1. RECURSOS MATERIAIS

Embora não constituam o aspecto essencial do trabalho educativo, que resulta de uma relação pessoal educador-educando, os recursos materiais são necessários, já que essas necessidades surgem a partir das atividades escolares.

1.2. TEMPO

O tempo na sala de aula não é o único tempo de educação. Nem, talvez, o mais importante. Contatos espontâneos com os alunos, com seus familiares, com amigos, etc., estudos de aperfeiçoamento, momentos de reflexão, leituras e outras atividades de atualização também exigem tempo. Muitas vezes o ato educativo ocorre fora da sala de aula. A educação não tem hora marcada. Ocorre em qualquer tempo.
Das quarenta horas semanais que deveriam compor o contrato de trabalho do professor, vinte seriam dedicadas às aulas e as outras ficariam para o exercício de trabalhos extraclasse.

1.3. INTERAÇÃO COM OS ALUNOS

É uma decorrência da condição anterior. O professor só poderá interagir com os alunos na medida em que tiver tempo disponível para isso. Esse tempo não pode ser o tempo exclusivo da aula.
A interação ocorrerá espontaneamente quando o educador estiver disponível, sem limites de horário e local.

1.4. INTERAÇÃO COM A COMUNIDADE

Ao entrar para a escola o aluno não deixa de ser o que é em sua comunidade. Pode, no máximo, por força de pressões e controles esconder sua maneira de ser. Mas só haverá educação na medida em que ele puder ser autêntico em qualquer situação, inclusive na escola. Daí a importância, para o educador, da interação com a comunidade.

1.5. TRABALHO DE EQUIPE

É praticamente impossível para o professor realizar isoladamente seu trabalho educativo. Embora a educação resulte de uma relação pessoal educador-educando, ela é sempre um ato social. A convivência social é também um dos objetivos da educação. E como pode o educador educar para a convivência social se ele não pratica essa convivência com seus companheiros de trabalho? A convivência amigável e autêntica, bem como o trabalho realizado em equipe por administradores escolares, professores e todo o pessoal escolar educa mais do que qualquer palavra ou ensino formal.

2. REMUNERAÇÃO CONDÍGNA

A remuneração do trabalho do educador é uma condição necessária para o eficiente exercício profissional. Pode-se observar que, se todas as necessidades do educador, se todas as condições que precisa para educar fossem supridas pela escola, sua remuneração não seria importante em termos de educação. Portanto, a remuneração tem importância decisiva no exercício profissional, tanto no seu próprio aperfeiçoamento, quanto na sua atualização, que dependem de interesses e dedicação pessoais.
Deve-se lembrar que se vive num regime capitalista, que explora os trabalhadores visando ao lucro dos detentores do capital. Na realidade, em tal regime, a educação propriamente dita é relegada a um segundo plano. Nesse sentido, torna-se indispensável a luta do educador pela valorização do seu trabalho e, por uma remuneração condigna, que não deixa de ser, até certo ponto, a expressão dessa valorização.

3. PARTICIPAÇÃO NO PROCESSO DE TRANSFORMAÇÃO SOCIAL

A luta por Uma remuneração condigna é a luta que deve se inserir numa luta mais ampla de toda a sociedade por condições menos desiguais e mais justas de melhor distribuição da renda nacional e dos bens, para cuja produção os trabalhadores contribuem. A conquista só será possível na medida em que as pessoas conseguirem ativamente participar das decisões nacionais.
Os latifundiários detém a maior parte de terra, os mais ricos ficam com a metade da renda nacional, enquanto isso, uns trabalhadores ganham um salário mínimo, outros até dois salários mínimos e outra parte da classe trabalhadora está desempregada, isso afeta a sobrevivência de dezenas de milhões de brasileiros, que se alimentam de maneira insuficiente. Por tanto, nascem e morrem brasileiros antes de completar um ano. Não existe neutralidade. O educador não deve se manter “neutro”, desse modo, estará colaborando com seus alunos a serem mais participativos, das decisões nacionais.
Os educadores que trabalham em escolas particulares devem procurar o seu sindicato, exigir que ele seja atuante juntamente com outros sindicatos. Se não existe sindicato em sua cidade ou comunidade, procure informar-se e colaborar em sua organização. Desse modo, os educadores devem atuar em associações de professores, centros do professorado, união de diretores, e outros. Se não existirem tais associações, elas precisam ser organizadas. Ao mesmo tempo, os educadores precisam participar na luta pela mudança da lei, para libertar os sindicatos e associações de classe do controle do governo e torná-los cada vez mais autônomos.

4. AUTONOMIA

Dentro do processo de transformação social destacam-se alguns pontos e valores que auxiliam no desenvolvimento da relação educador e aluno. A autonomia é necessária e eficaz a partir do momento que o educador adota uma postura autônoma, visto que ele irá lidar com pessoas livres e independentes, decidir por conta própria e agir coerentemente com suas decisões é fundamental para um educador.
Alguns empecilhos aparecem dentro deste contexto como o fato de existirem restrições e controles sobre o educador que inibem sua autonomia, tornando difícil agir de acordo com sua maneira de pensar e evidenciando um aspecto pejorativo como o autoritarismo que impõe ordens para serem cumpridas e não admite discordâncias.
É necessário que o educador vença o autoritarismo que lhe é imposto não só externo, mas também interno o que revela a formação a qual foi submetido. A chave para conquistar a autonomia está justamente na luta contra o autoritarismo nas duas frentes, com colegas de trabalho e também com o próprio crescimento social e pessoal.

5. AUTORREALIZAÇÃO

Outro aspecto também relevante é autorrealização que vem atrelada ao autoritarismo, porque falar de realização é falar de objetivos, sonhos, aspirações e ideais que as pessoas naturalmente colocam em prática se forem autônomas para isso, visto que sem a mesma o individuo realiza os objetivos e ideais de outros.
O educador adquire o papel de libertador à medida que ele auxilia o educando a descobrir seus caminhos e suas verdades, para isso o educador necessita está constantemente em contato com seus alunos, com os companheiros de trabalho e comunidade e pense e rediscuta questões como suas convicções e ações.

6. AUTOVALORIZAÇÃO

A autovalorização também se apresenta como aliada nesta relação educador-educando. Valorizar-se não pressupõe aparentar alguma coisa e sim conhecer-se e expressar esse conhecimento, sem deixar de levar em consideração a consciência de defeitos e qualidades, erros e acertos e consequentemente estar disposto a mudar e melhorar. Esta metodologia não envolve somente palavras, mas principalmente ações autônomas e autênticas. Muitos valores se fazem presentes com o decorrer da vida e não apenas com palavras, neste sentido que o testemunho da vida integral do professor atrelado à coerência de seus ensinamentos ajuda em um processo educativo verdadeiro.
O conhecimento de si próprio e prática coerente constituem base para valorização pessoal e social, dentro da educação ação e reflexão também são base para processo educativo e sua valorização. Educação e vida estão juntas em um único processo, portanto, uma define a outra: “educação é vida e vida é educação”.
Os valores citados acima estão subentendidos no título VI da LDB que trata dos profissionais da educação, o artigo 67 expõe a questão da valorização destes profissionais e a necessidade de apoio, incentivo, recursos materiais e também psicológicos e cita-se aperfeiçoamento profissional continuado, período dedicado aos estudos e planejamento, progressão funcional e condições adequadas de trabalho para que ocorra um trabalho eficaz e um resultado positivo para ambos os lados: educador e educando.

7. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Este trabalho evidenciou dois temas importantes, interligados e direcionados aos profissionais da educação, “O educador e a lei” e “A valorização do educador”.
Por meio dos temas, pode-se observar que o título VI da Lei no 9 394/96 estabelece diretrizes diferentes aos profissionais da educação, que evidenciou-se na Lei no 0616 do Estatuto do Magistério do Estado do Amapá.
Nesse sentido, observou-se que conforme o texto da lei foi adequada aos diferentes níveis e modalidades de ensino.
Pode-se observar as dificuldades que o educador enfrenta numa sala de aula no exercício da profissão. Dessa forma, percebeu-se que o aperfeiçoamento e a atualização constante, faz com que o educador adquira novas experiências e novos métodos educacionais, com o propósito de melhorar a forma de ensino e aprendizagem.
De modo que, por meio dos estudos de Pilett (2002), pode-se observar a luta dos profissionais da educação por igualdade salarial, por remuneração condigna para todas as categorias.
Enfim, os temas foram de grande relevância para o aprendizado acadêmico e profissional.
Um dia uma criança chegou diante de um pensador e perguntou-lhe:”Que tamanho tem o universo?”Acariciando a cabeça da criança,ele olhou para o infinito e respondeu:”O universo tem o tamanho do seu mundo.”Perturbada,ela novamente indagou:”Que tamanho tem meu mundo?”O pensador respondeu:”Tem o tamanho dos seus sonhos.”Se seus sonhos são pequenos,sua visão será pequena,suas metas serão limitadas,seus alvos serão diminutos,sua estrada será estreita,sua capacidade de suportar as tormentas será frágil.Os sonhos regam a existência com sentido.Se seus sonhos são frágeis,sua comida não terá sabor,suas primaveras não terão flores,suas manhãs não terão orvalho,sua emoção não terá romances.A presença dos sonhos transforma os miseráveis em reis,faz dos idosos,jovens,e a ausência deles transforma milionários em mendigos faz dos jovens idosos.Os sonhos trazem saúde para a emoção, equipam o frágil para ser autor da sua história,fazem os tímidos terem golpes de ousadia e os derrotados serem construtores de oportunidades.Sonhe!"

Augusto Cury